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Eduardo defende Valdemar após operação e minimiza indicação de emendas

Eduardo Bolsonaro defende Valdemar Costa Neto em meio a investigação

No último dia 10 de julho de 2026, o ex-deputado Eduardo Bolsonaro, membro do Partido Liberal (PL), veio a público para defender o presidente do PL, Valdemar Costa Neto, que enfrenta sérias acusações. O motivo? Um bloqueio de R$ 119 milhões em bens, resultado de uma operação da Polícia Federal que investiga um suposto direcionamento irregular de pelo menos 21 emendas parlamentares.

Contexto da Investigação

A operação da PF tem como foco apurar se houve irregularidades na destinação de recursos públicos, o que gerou um clima de apreensão no cenário político. Valdemar Costa Neto, figura central nessa trama, é acusado de ter utilizado servidores da Câmara dos Deputados para manipular verbas de forma oculta. Isso, segundo as apurações, teria ocorrido através de registros fraudulentos, o que levantou um grande alvoroço em Brasília.

A Reação de Eduardo Bolsonaro

Em sua conta oficial no X, plataforma anteriormente conhecida como Twitter, Eduardo Bolsonaro declarou que a prática de direcionar emendas parlamentares é algo comum entre todos os deputados e senadores, independente da ideologia ou partido. Ele pontuou que nunca recebeu um pedido do presidente Valdemar para indicar emendas e, portanto, se sentia confortável para esclarecer a situação.

“Nunca recebi qualquer pedido do Presidente Valdemar para indicar emendas e, justamente por isso, sinto-me à vontade para esclarecer algo que nem todos conhecem: a indicação de emendas parlamentares é uma prática do ofício de todos os deputados e senadores, independentemente de partido ou espectro ideológico”, escreveu Eduardo em sua publicação.

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O que são emendas parlamentares?

Para entender melhor a situação, é importante esclarecer o que são emendas parlamentares. Essas emendas são propostas feitas pelos parlamentares para direcionar recursos do orçamento federal a projetos específicos, como obras públicas, serviços de saúde e educação. Elas são uma ferramenta importante para que os deputados e senadores atendam às demandas de suas comunidades.

Eduardo continuou sua defesa afirmando que não é incomum ver parlamentares de diferentes partidos colaborando entre si para destinar recursos a instituições comuns, como hospitais. “Não é motivo de espanto, portanto, ver hospitais recebendo emendas de deputados tanto de direita quanto de esquerda. Trata-se do funcionamento normal do processo orçamentário”, acrescentou.

A Interpretação das Acusações

Eduardo Bolsonaro também fez uma crítica contundente sobre a forma como as ações de Valdemar estão sendo interpretadas. Ele argumentou que transformar esses atos em algo criminoso é uma leitura enviesada e política do direito. Para ele, essa forma de enxergar a situação distorce a realidade dos fatos e ignora a prática comum entre os parlamentares.

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