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Suspeita de mandar tirar a vida de jovem que caminhava com filho no Rio não deve se entregar, afirma delegado

Pessoas próximas afirmaram que a situação piorou depois que Lucas começou o relacionamento com Gabrielle. A mulher, inclusive, teria obrigado a filha de Laís a chamá-la de mãe, e a menina passou a se referir à madrasta como “mamãe Gabi”.

Além de Gabrielle, a Justiça também decretou a prisão de Davi de Souza Malto, apontado como o executor do disparo. Imagens de câmeras de segurança e depoimentos foram fundamentais para chegar até ele e outro envolvido, Erick Santos Maria Lasnor, que pilotava a moto usada no crime. Erick se apresentou espontaneamente e disse ter sido coagido por Davi a participar da ação.

A história ganhou um novo capítulo quando a mãe de Davi, Kelly Silva de Souza, reconheceu o próprio filho nas imagens que circulavam nas redes e decidiu denunciá-lo à polícia. O gesto acabou sendo decisivo para a prisão do rapaz.

Enquanto isso, Gabrielle continua foragida, e a Polícia Civil intensifica as buscas. O Disque Denúncia do Rio divulgou nesta terça-feira (11) a foto da suspeita e pede que qualquer pessoa com informações entre em contato de forma anônima pelos números (21) 2253-1177 ou 0300 253 1177, inclusive via WhatsApp e pelo app Disque Denúncia RJ.

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Um crime que começou com uma disputa familiar acabou se transformando numa tragédia que escancarou o pior lado da convivência humana — a mistura de ciúme, posse e ódio que agora deixa uma criança órfã de mãe e o Rio, mais uma vez, estarrecido.

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