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Lula usa às redes sociais e lamenta morte de pessoa querida: “Viveu o exílio”

A morte dela acontece em um momento em que o país volta a discutir temas como democracia, intolerância e direitos civis — pautas pelas quais Clara Charf dedicou a vida inteira. Sua trajetória atravessa gerações e inspira tanto veteranos da esquerda quanto novos militantes que buscam entender o valor da resistência.

Nos últimos anos, Clara costumava dizer em entrevistas que “a luta não acaba nunca”, frase que, agora, soa como um testamento simbólico. Militantes, políticos e entidades feministas têm prestado homenagens à ativista desde o anúncio de sua morte.

Entre falas emocionadas e mensagens de agradecimento, fica o sentimento de que partiu uma das últimas vozes vivas de uma geração que arriscou tudo — inclusive a própria vida — por um ideal de liberdade e justiça.

Com sua morte, o Brasil perde mais do que uma militante histórica. Perde uma mulher que viveu intensamente, que acreditou na transformação social e que jamais se calou diante das injustiças. Como disse Lula, perde-se “uma companheira de muitas caminhadas”, mas ganha-se um legado impossível de apagar.

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