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Quem é Sarah Poncio, deputada do RJ que deve R$ 1,7 bi em impostos à União

Dívidas e Polêmicas: O Caso da Deputada Sarah Poncio

A deputada estadual Sarah Poncio, que representa o Solidariedade no Rio de Janeiro, tem sido alvo de notícias preocupantes recentemente. Segundo informações que foram divulgadas, ela possui uma dívida impressionante de mais de R$ 1,7 bilhão em impostos com a União, conforme publicado na lista de devedores da PGFN (Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional). O montante exato da dívida é de R$ 1.753.673.473,27, o que é, sem dúvida, um valor que chama a atenção e levanta várias perguntas sobre a situação fiscal da parlamentar.

No entanto, essa não é a única informação que envolve Sarah. Durante sua campanha para deputada estadual em 2022, ela declarou ter um patrimônio de cerca de R$ 2 milhões, segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Essa discrepância entre sua declaração de patrimônio e a dívida revelada pela PGFN acaba gerando uma série de especulações e discussões.

Quem é Sarah Poncio?

Sarah Poncio não é uma figura desconhecida. Ela tem uma presença marcante nas redes sociais, especialmente no Instagram, onde conta com mais de três milhões de seguidores. Sua família é bem conhecida e já foi alvo de polêmicas, principalmente em 2017, quando escândalos de traições envolvendo ela e seu irmão, Saulo Poncio, ganharam destaque. Na época, eles se envolveram em situações conturbadas que chamaram a atenção da mídia.

Além disso, Sarah é filha do pastor Márcio Poncio, um líder religioso da Igreja da Nuvem, o que a coloca em uma posição de destaque tanto na esfera política quanto na religiosa. Em 2022, Sarah foi eleita como suplente de deputado estadual e, com a renúncia de Tande Vieira para concorrer à Prefeitura de Resende em 2024, ela assumiu uma cadeira na Alerj (Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro).

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Controvérsias na Alerj

É importante mencionar que em dezembro do ano passado, Sarah esteve envolvida em uma votação que resultou na soltura de Rodrigo Bacellar, que estava preso por suspeitas de vazar informações sigilosas ligadas à Operação Zargun. Essa operação levou à prisão de outros parlamentares, incluindo Thiago Raimundo dos Santos Silva, conhecido por muitos como TH Joias. A Polícia Federal alega que Bacellar teria fornecido dados que ajudaram a obstruir investigações, além de ter orientado outros parlamentares a removerem objetos de suas residências para ocultar provas.

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