Ataque no Cefet: Saiba quem era o homem e o que levou a tirar a vida de duas mulheres
Com a repetição dos conflitos, João acabou novamente afastado, desta vez do setor de pedagogia, onde trabalhava anteriormente.
A Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) foi acionada para assumir o caso. Agentes já estiveram no local, conversaram com testemunhas e recolheram imagens das câmeras de segurança do colégio. A expectativa é que essas gravações ajudem a esclarecer a dinâmica do ataque, o percurso do agressor e possíveis sinais prévios que possam ter passado despercebidos. Fontes ligadas à segurança pública afirmam que as diligências estão em andamento, e a investigação deve avançar durante o fim de semana.
Enquanto isso, o clima no entorno do Cefet é de profunda tristeza. Professores relatam a sensação de impotência e alunos descrevem o susto como “o pior momento da vida”. Muitos pais correram para a escola assim que as primeiras notícias viralizaram, tentando falar com os filhos pelo celular no meio da confusão. Para quem estava ali, o tempo parecia não passar, e cada sirene que chegava aumentava a angústia.
Nos grupos de conversa e nas redes sociais, a comunidade expressa luto e indignação. Entre as discussões, volta à tona o debate sobre segurança escolar — algo que, infelizmente, o país tem revisitado com frequência. O ataque dessa sexta-feira reforça que o tema não pode mais ser tratado como exceção, mas como urgência.
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