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Padilha promete ação dura contra médicos que contestam vacinas

Padilha ainda explicou a terceira etapa: ação criminal contra a venda de tratamentos considerados falsos ou sem comprovação. Ele menciona que isso pode configurar crimes contra a saúde pública, e que há um entendimento jurídico para enquadrar a comercialização desses cursos e terapias como práticas que enganam o consumidor e colocam pessoas em risco real.

A quarta e última medida está voltada para o mundo digital. A AGU já analisa o envio de notificações extrajudiciais às plataformas — como Instagram, YouTube e até plataformas de cursos on-line — pedindo a remoção imediata de conteúdos que anunciam tratamentos duvidosos ou disseminam informações falsas sobre vacinas. A ideia é agir rápido, antes que esses conteúdos continuem viralizando e confundindo ainda mais a população.

Nos bastidores, alguns assessores do Ministério da Saúde comentam que esse movimento não surgiu do nada. Há semanas, o governo vinha monitorando perfis que cresceram muito, atraindo seguidores e vendendo supostos tratamentos pós-vacina. Com a aproximação do período de reforço vacinal contra Covid e gripe — que costuma começar entre outubro e novembro — a preocupação aumentou.

No fim das contas, o que Padilha tenta sinalizar é que, desta vez, a resposta será dura. Para o ministério, não se trata apenas de combater um boato online, mas de enfrentar um mercado paralelo que lucra com o medo das pessoas. E, pelo visto, esse embate ainda está só começando.

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