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Waack: Trump testa limites da própria força na América do Sul

As Ousadas Aventuras Políticas de Donald Trump na América do Sul

Nos últimos tempos, Donald Trump tem se aventurado em questões políticas na América do Sul, o que tem gerado bastante repercussão. Em particular, ele tem lançado mão de estratégias bastante audaciosas que envolvem tanto a Venezuela quanto a Argentina. A primeira dessas iniciativas é a tentativa de derrubar o regime de Nicolás Maduro, que está no poder na Venezuela, através de meios que podem incluir a ação militar.

A Aposta na Venezuela

Recentemente, Trump declarou guerra aos cartéis de drogas latino-americanos, acusando o governo da Venezuela de ser parte desse problema. Ele não tem hesitado em afirmar que não descarta a possibilidade de realizar ataques a alvos dentro do território venezuelano. Essa declaração, feita em uma quinta-feira, deixa claro que o presidente americano está disposto a ir longe em suas intenções. Trump já havia autorizado ações contra embarcações suspeitas de estar envolvidas com o tráfico de drogas em águas internacionais, especialmente no Caribe e no Pacífico.

Entretanto, essa empreitada não é isenta de riscos. O regime de Maduro, mesmo enfrentando várias crises, ainda parece ter um certo controle sobre a situação. Não há indícios de que o governo esteja perto de um colapso, e em caso disso ocorrer, a questão de quem poderia assumir o posto de Maduro é uma preocupação que paira no ar. Esse cenário levanta a questão: será que Trump está preparado para lidar com as consequências de suas ações?

A Ousadia na Argentina

A segunda iniciativa de Trump, que também se mostra bastante ousada, envolve a Argentina. O país está passando por uma grave crise financeira, e Trump se ofereceu para ajudar, propondo uma linha de crédito que pode chegar a US$ 20 bilhões. Essa ajuda, no entanto, vem com garantias do Tesouro dos Estados Unidos, o que significa que os contribuintes americanos assumiriam o custo.

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Essa proposta não foi bem recebida por todos. Muitos cidadãos americanos já expressaram descontentamento com a ideia de que seu dinheiro poderia ser usado para socorrer outro país, em vez de ser investido internamente. Essa insatisfação levanta um ponto importante sobre como a política externa dos EUA deve ser administrada e quais são as prioridades do governo.

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