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Roberto Justus: Justiça condena professor da UFRJ que fez comentário contra filha do empresário

Polêmica nas Redes: Professor Aposentado é Condenado por Comentário sobre Filha de Roberto Justus

Recentemente, o Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) tomou uma decisão que causou alvoroço nas redes sociais: o professor aposentado da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Marcos Dantas, foi condenado por comentários que fez sobre Vicky, a filha do empresário Roberto Justus e da modelo Ana Paula Siebert. Essa condenação foi confirmada pelo advogado de Justus, Rafael Pavan, em uma declaração divulgada nesta quarta-feira, dia 22. A condenação ainda pode ser contestada, pois cabe recurso.

O Caso e suas Implicações

A situação que levou à condenação de Dantas ocorreu em julho, quando uma imagem da pequena Vicky, de apenas 5 anos, segurando uma bolsa de grife, foi compartilhada nas redes sociais. A postagem sugeria que o valor da bolsa era exorbitante, aproximadamente R$ 14 mil. A partir daí, vários perfis começaram a comentar, incluindo o de Marcos Dantas, que fez uma postagem infeliz: “Só a guilhotina…”. Essa frase repercutiu mal e gerou uma onda de indignação.

Em resposta à repercussão negativa, Roberto Justus e Ana Paula Siebert gravaram um vídeo para defender a filha, expressando sua indignação com os comentários de Dantas. Siebert declarou: “Instigar a morte, instigar o ódio, é uma coisa inaceitável”. O casal afirmou que tomaria medidas jurídicas para proteger a filha e repudiar o que consideraram uma ameaça.

A Reação da UFRJ

A universidade onde Dantas lecionava antes de se aposentar, a UFRJ, não ficou de braços cruzados. Em uma nota oficial, a instituição repudiou os comentários do professor, afirmando que qualquer tipo de expressão que incite a violência ou agrida a terceiros é inaceitável. Essa posição demonstra a preocupação da universidade com a imagem e a ética de seus ex-professores.

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A Resposta de Marcos Dantas

Após a condenação, Dantas se manifestou através de uma carta, alegando que seu comentário era uma metáfora e não uma ameaça. Ele argumentou que a frase que usou é uma referência à Revolução Francesa, um evento histórico que simboliza desigualdade social e radicalismo político. Dantas tentou justificar que sua intenção era alertar sobre questões sociais, e não incitar violência.

“Uma imagem, repito, imagem, ‘print’ chegou-me, do jeito aleatório que chega no X (ex-Twitter), acompanhada de um comentário de pessoa com a qual volta e meia troco mensagens pelo X”, disse Dantas, tentando explicar o contexto de sua postagem. Ele ainda ressaltou que em nenhum momento pensou em ameaçar Justus ou sua família, pedindo desculpas caso seu comentário tenha causado preocupação.

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