Ataque cardíaco: 11 sinais de alerta que você jamais pode ignorar
A boa notícia é que existem formas de diminuir bastante o risco. Médicos repetem o mantra: alimentação equilibrada, prática regular de atividades físicas, consultas de rotina e abandonar vícios como cigarro e excesso de álcool. Parece óbvio, mas na correria do dia a dia muita gente só lembra disso quando já está no hospital. E, convenhamos, o sistema público de saúde não dá conta de tanta demanda — basta olhar o noticiário e ver corredores lotados, principalmente em grandes capitais.
Vale destacar que o infarto não é uma “doença de gente velha”. Casos em pessoas mais jovens vêm aumentando, em parte por causa do estresse, da má alimentação e do sedentarismo que a vida moderna impõe. Quem nunca passou horas no trânsito, pulou refeições ou abusou de fast food na correria? Isso tudo cobra um preço.
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