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Bombeiro causa espanto ao revelar situação dos corpos das vítimas do avião que caiu no interior de SP

As autoridades estão concentradas na tarefa de recuperar os corpos das vítimas do triste acidente de avião que ocorreu em Vinhedo, interior de São Paulo. Até agora, já foram retirados 26 corpos dos escombros e o Corpo de Bombeiros continua trabalhando para identificar as vítimas e encaminhar os restos dos corpos para as famílias. Um dos bombeiros envolvidos, Maycon Cristo, deu algumas informações sobre como foram encontrados os corpos.

Ele explicou que os corpos foram encontrados ainda nos seus assentos, o que deve ajudar na identificação feita pelo Instituto Médico Legal (IML). “O avião caiu de forma bem brusca. A gente consegue ver a forma da aeronave no chão. A identificação é feita por fileiras, começando da cabine e indo até a cauda. A cada fileira que a gente encontra e retira, identificamos todos os corpos e passamos para a próxima. Os corpos ainda estão como se estivessem sentados. Claro que houve uma certa movimentação com o impacto, mas não temos corpos ejetados”, contou Maycon ao site Metrópoles. Ele ainda mencionou que a parte da frente do avião sofreu menos danos, o que facilitou a remoção dos primeiros corpos.

A tenente Olivia Perrone também falou sobre o processo de resgate. “Enquanto vou retirando as partes do avião para que a Força Aérea possa investigar, também estou removendo os corpos. Às vezes, o corpo fica preso às ferragens, o que é comum em acidentes, como em colisões de carros”, explicou ao UOL.

Sobre o estado dos corpos, Olivia detalhou: “Os corpos estão bastante danificados. Só o IML e uma perícia mais detalhada poderão confirmar com precisão quem eram essas pessoas. Das duas vítimas já identificadas, conseguimos ver parte das roupas, mas muitas vítimas estão carbonizadas, o que dificulta a identificação. Vai ser necessário usar exames de DNA para confirmar a identidade das vítimas.”

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Atualmente, a identificação dos corpos está sendo feita através de impressões digitais. Se isso não for possível devido às condições dos corpos, a identificação pode passar para a análise da arcada dentária e, em última instância, exame de DNA.

Ainda não há uma previsão de quando a remoção completa dos corpos será concluída ou quando a identificação final será realizada.

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