Homem estupra própria filha de 7 anos enquanto dormia e diz que confundiu com sua mulher
Um homem de 38 anos de idade, foi preso nesse último sábado suspeito de estuprar a própria filha, de 7 anos de idade, no Bairro Paulo VI, que fica na Região Nordeste de Belo Horizonte.
Segundo as informações da Polícia Militar, o crime foi denunciado pela própria mãe. E ela contou aos policiais que, na última sexta-feira, deixou a vítima junto com a irmã mais velha na casa do pai, onde elas iriam passar o final de semana.
Já no sábado pela parte da manhã, a mulher foi pega de surpresa por uma ligação da sua filha mais velha, que chorava muito e pedia para que a mãe fosse logo buscar elas. Quando a mãe perguntou o que tinha acontecido, a menina contou que irmã relatou que o pai havia abusado sexualmente dela.
Segundo as informações que foram passadas pela própria criança, o pai tirou o short que ela estava usando e cometeu o crime de abuso sexual contra a própria filha. A mãe desesperada acionou a policia, que imediatamente foi até o local, logo a princípio o pai negou ter feito algo do tipo.
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Porém ele acabou admitindo que fez, pois estava sob efeito de álcool e cocaína. O homem disse que sob efeito de entorpecentes confundiu a filha de 7 anos com uma mulher com quem ele havia saído na noite de sexta feira, porém, ele disse que quando recobrou a consciência voltou a dormir.
O homem então foi levado à Delegacia de Plantão Especializada em Atendimento à Mulher, Criança, Adolescente e Vítimas de Intolerâncias (DEMID), no Centro da capital, e vai responder por estupro de vulnerável.
Estupro de vulnerável
O art. 217A do Código Penal define o crime de estupro de vulnerável: “ter conjunção carnal ou praticar outro ato libidinoso com menor de 14 (catorze) anos”, ainda que a vítima afirme que houve consentimento. Conforme a legislação, nessa faixa etária, o adolescente ainda não tem a maturidade necessária para consentir.
O texto contempla vítimas maiores de 14 anos que, “por enfermidade ou deficiência mental, não têm o necessário discernimento para a prática do ato, ou que, por qualquer outra causa, não podem oferecer resistência”. Pessoas que estão dormindo ou alcoolizadas também estão incluídas neste grupo.