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Deputado do PL é detido após disparo de arma em bar na zona Oeste de SP

Deputado Marcelo Aguiar Envolvido em Polêmica Após Disparo em Bar de São Paulo

Na madrugada desta segunda-feira, 19 de novembro, o deputado estadual Marcelo Theodoro de Aguiar, pertencente ao PL, foi detido em um incidente que gerou bastante repercussão na mídia. O episódio ocorreu no Santo Cupido Bar, situado na zona Oeste de São Paulo, onde um disparo de arma de fogo foi registrado. A pistola utilizada no evento é de propriedade do parlamentar e foi apreendida pela polícia para passar por perícia.

O Incidente no Bar

De acordo com informações do boletim de ocorrência, a Polícia Militar foi chamada para atender a uma ocorrência de disparo de arma no bar localizado no bairro de Pinheiros. Quando os policiais chegaram ao local, encontraram o deputado nas proximidades, acompanhado de membros da equipe de segurança do estabelecimento. Os seguranças do bar relataram que o disparo foi efetuado com uma pistola Glock G42, calibre .380.

Após o disparo, Marcelo Aguiar foi levado para a parte externa do bar e teve sua arma retirada. O gerente do bar foi quem fez a ligação para a polícia, pedindo ajuda após o ocorrido. Em meio a essa situação, uma testemunha que estava presente no local fez uma declaração à polícia, afirmando que o deputado havia importunado algumas mulheres que estavam ali.

O Que Aconteceu Antes do Disparo?

A testemunha relatou que um homem se aproximou de Marcelo Aguiar pedindo que ele parasse com as abordagens. Embora o deputado aparentemente tenha atendido ao pedido, ele acabou permanecendo no mesmo lugar. Em seguida, outros dois homens se aproximaram e também solicitaram que ele se afastasse. Foi nesse momento, segundo os relatos, que um único disparo foi ouvido, fazendo com que as pessoas presentes no bar se dispersassem rapidamente.

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Vale ressaltar que, de acordo com as informações da investigação, ninguém ficou ferido durante o incidente. Ao ser questionado pelos policiais, o deputado optou por não dar esclarecimentos naquele momento. Os agentes relataram que o deputado estava em estado de exaltação e, por conta disso, precisaram algemá-lo durante a abordagem, visando proteger a integridade física dele e de outros presentes no local.

Imunidade Parlamentar e Consequências Legais

A polícia informou que Marcelo Aguiar possuía um certificado de porte de arma válido. Apesar da gravidade da situação, a autoridade policial decidiu não formalizar a prisão em flagrante do deputado. Um despacho da autoridade considerou a imunidade formal dos parlamentares, assim como a análise inicial sobre a possível infração do artigo 15 do Estatuto do Desarmamento, que trata do disparo de arma de fogo em determinadas circunstâncias. Segundo a análise, não haviam elementos que indicassem a prática de crime inafiançável naquele momento.

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