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Estupro coletivo em Copacabana: vítima reconheceu suspeitos na delegacia

Estupro Coletivo em Copacabana: A Trágica História de uma Adolescente e as Consequências Legais

No dia 31 de janeiro de 2025, um caso chocante e perturbador abalou os moradores de Copacabana, na Zona Sul do Rio de Janeiro. Uma adolescente de apenas 17 anos se tornou vítima de um estupro coletivo, e a partir desse evento, uma série de desdobramentos legais começou a se desenrolar. A jovem, que estava em uma situação vulnerável, foi atraída para um apartamento por meio de uma emboscada planejada, segundo as autoridades.

O Reconhecimento dos Suspeitos

Após o ocorrido, a adolescente se dirigiu ao 12º Departamento de Polícia do Rio de Janeiro, onde teve a coragem de reconhecer os cinco jovens que, segundo ela, estavam envolvidos no crime. O delegado responsável, Ângelo Lages, destacou que o relato da vítima foi fundamental para a investigação, uma vez que ela apresentava lesões visíveis e relatos de abusos sexuais e psicológicos. Em suas palavras, o crime foi tão “chocante” que mereceu a atenção imediata dos investigadores.

O laudo do Instituto Médico Legal (IML) corroborou as lesões da jovem, que eram compatíveis com seu relato. O reconhecimento dos acusados foi feito de forma metódica, e o delegado relatou que a partir das evidências coletadas, incluindo imagens de câmeras de segurança, foi possível concluir a investigação e encaminhar o caso ao Ministério Público.

Desdobramentos Legais

Infelizmente, a tentativa de prisão em flagrante dos suspeitos no dia do crime não obteve sucesso, pois os jovens não estavam em casa. Após uma semana de investigação, os mandados de prisão foram expedidos, mas a localização dos suspeitos se tornou um desafio. A situação se intensificou quando a divulgação de cartazes com os rostos dos foragidos ganhou destaque na mídia.

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Um dos suspeitos, Mattheus Veríssimo Zoel Martins, de 19 anos, acabou sendo preso, enquanto João Gabriel Xavier Berthô, da mesma idade, se apresentou na delegacia. O delegado Ângelo Lages explicou que, durante a audiência, Mattheus optou por não fazer declarações, seguindo a orientação de seu advogado. A expectativa das autoridades é que os outros envolvidos se entreguem.

Consequências para os Acusados

Recentemente, o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro aceitou a denúncia do Ministério Público contra quatro dos adultos envolvidos, que agora se tornaram réus no processo criminal. Os acusados, Bruno Felipe dos Santos Allegretti, Vitor Hugo Oliveira Simonin, Mattheus Veríssimo e João Gabriel, enfrentam mandados de prisão preventiva pela 1ª Vara Especializada em Crimes Contra Crianças e Adolescentes. O ex-namorado da vítima, por ser menor, será tratado de forma diferente segundo as leis brasileiras.

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