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Bolsonaro é liberado da prisão por Moraes após traumatismo craniano leve

Ex-presidente Jair Bolsonaro é autorizado a realizar exames após queda na cela

No último dia 7 de setembro de 2023, o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), deu sinal verde para que o ex-presidente Jair Bolsonaro fosse transferido ao hospital DF Star, localizado em Brasília. Essa decisão aconteceu após Bolsonaro sofrer uma queda em sua cela na Superintendência da Polícia Federal, onde está detido, e acabar batendo a cabeça.

No dia anterior, Moraes havia negado um pedido de remoção imediata para a realização de exames, no entanto, reconsiderou sua posição após a defesa de Bolsonaro solicitar a necessidade urgente de procedimentos como tomografia, ressonância magnética e eletroencefalograma. A intenção era avaliar com precisão a condição neurológica do ex-presidente, especialmente após o incidente que resultou em um traumatismo cranioencefálico leve.

Contexto da Queda e Estado de Saúde

A queda de Bolsonaro aconteceu enquanto ele dormia, e segundo informações confirmadas pelo médico Cláudio Birolini, que está acompanhando seu caso, a equipe médica já monitorava o risco de quedas. A preocupação com a saúde de Bolsonaro aumentou quando sua esposa, Michelle Bolsonaro, fez uma publicação em suas redes sociais detalhando o ocorrido. Ela expressou sua angústia ao relatar que, durante a madrugada, enquanto dormia, o ex-presidente teve uma crise, caiu e bateu a cabeça em um móvel. Ela destacou que como o quarto estava fechado, ele só recebeu atendimento quando a visita foi autorizada.

Michelle mencionou em sua postagem: “Estou com o médico aguardando o delegado para saber como foram os primeiros socorros. Só Deus.” Esse relato gerou uma onda de especulações e preocupações em relação ao estado de saúde do ex-presidente, especialmente considerando o histórico de saúde delicado que ele possui.

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Detalhes sobre a Remoção e Vigilância

Em seu despacho, o ministro Moraes estipulou regras específicas para o deslocamento de Bolsonaro ao hospital. A transferência deve ser feita pela Polícia Federal de forma discreta, com entrada obrigatória pela garagem do hospital, evitando assim qualquer exposição desnecessária ao público e à imprensa. Além disso, a Polícia Federal será responsável pela escolta e vigilância integral durante todo o período dos exames, garantindo que o ex-presidente retorne imediatamente à carceragem assim que os procedimentos forem concluídos.

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