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Se você tem esses 7 comportamentos, talvez tenha sido mimado na infância, diz psicologia

Alguns desses comportamentos são praticamente sinônimos de baixa inteligência emocional — e isso pesa, e muito, na hora de construir relacionamentos saudáveis. Não é exagero: especialistas do Rincón de la Psicología explicam que crianças mimadas costumam apresentar “uma atitude arrogante, exigente e egocêntrica”, que as impede de se relacionar de forma assertiva com outras pessoas. E vamos ser sinceros: ninguém nasce mimado. Esse comportamento é aprendido, quase sempre por falta de limites adequados impostos pelos pais ou responsáveis. Quando esses limites não aparecem, surgem traços que podem parecer inocentes na infância, mas que viram problemas sérios na vida adulta.

A seguir, veja sete características muito comuns em adultos que foram excessivamente mimados no começo da vida. Algumas parecem até clichê, mas fazem sentido quando observamos o comportamento de gente que simplesmente não aprendeu a lidar com frustrações — algo cada vez mais discutido hoje, especialmente com a popularização de temas ligados à saúde mental e criação parental no TikTok e no Instagram.

1. São intransigentes

A pessoa mimada cresce acreditando que tem todos os direitos do mundo e zero responsabilidades além da própria felicidade. O resultado é um adulto inflexível, que raramente cede ou ajusta a própria visão para construir um acordo. Ele espera que tudo aconteça como quer, quando quer e do jeito que quer. A psicóloga Reena B. Patel explicou à revista Parade que esse tipo de adulto acredita que as coisas deveriam simplesmente “dar certo” porque ele deseja — como se o universo estivesse sempre a seu serviço.

2. Têm habilidades de comunicação deficientes

Quando uma criança cresce com a sensação de que o mundo precisa girar ao redor dela, suas habilidades de comunicação são prejudicadas. E aqui não falo só de como ela se expressa, mas também de como escuta. A escuta é um músculo social, e crianças que nunca são ensinadas a prestar atenção ao outro acabam virando adultos que atropelam conversas, ignoram limites e não percebem o impacto do que dizem. Hoje, inclusive, muitos pedagogos reforçam isso: comunicação empática se aprende cedo — ou não se aprende.

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3. São egoístas

O egoísmo faz parte do desenvolvimento infantil, mas geralmente diminui por volta dos seis anos. Quando não diminui, vira um hábito. Patel explica que, na vida adulta, essas pessoas tendem a pensar primeiro — e às vezes só — no que funciona para elas, sem considerar sentimentos ou preferências de quem está ao redor. É o típico adulto que faz tudo parecer “sobre ele” e se frustra quando não é o centro das atenções.

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