Vídeo: Pastora mirim repercute após expulsar demônio de mulher
Enquanto isso, a família dela não se pronuncia. A reportagem tentou contato, mas não teve retorno. O silêncio acaba gerando ainda mais especulações: será que os pais estão incentivando esse caminho por fé, por convicção, ou pela visibilidade que isso traz? Não dá pra saber.
O que dá pra dizer é que o vídeo segue viralizando. Em grupos de WhatsApp, no X (antigo Twitter) e até em comentários no YouTube, o nome da menina aparece lado a lado de polêmicas envolvendo religião e infância. Há quem compare o fenômeno com antigas histórias de pregadores famosos que começaram cedo, e há também quem diga que isso nada mais é do que um reflexo da era digital, onde todo ato vira conteúdo.
No fim, fica aquela mistura de sentimentos: curiosidade, espanto, preocupação e até admiração. Julia Ortiz, com seus 10 anos, já mostra a força de alguém que acredita no que faz, mas também expõe o delicado limite entre fé e responsabilidade adulta. O caso segue sem respostas definitivas, mas levanta um debate que, pelo jeito, ainda vai render muito pano pra manga.
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