Carlos Bolsonaro rompe o silêncio e revela que Moraes está decidido a tirar a vida de Jair Bolsonaro
O vereador do Rio de Janeiro, Carlos Bolsonaro (PL), usou as redes sociais nesta sexta-feira (8) para fazer um desabafo bem forte contra o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). Segundo Carlos, Moraes está determinado a “matar” o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) — e ele não poupou críticas.
Na postagem, Carlos disparou: “Ao que parece, está escancarado: Alexandre de Moraes está decidido a matar Jair Bolsonaro”. O vereador ainda chamou o ministro de “guardião” da Constituição, mas logo mudou o tom e disse que ele virou o “coveiro” do próprio presidente.
Ele relembrou o atentado sofrido por Bolsonaro durante a campanha eleitoral, quando um antigo filiado de um partido aliado ao PT tentou assassinar o ex-presidente. Carlos destacou que, depois das sete cirurgias emergenciais que Bolsonaro precisou passar, ele vem sendo alvo de uma perseguição muito calculada, feita para destruir não só o ex-presidente, mas também seus aliados e o povo que não aceita se submeter às regras impostas.
“Depois da tentativa de assassinato cometida por um antigo filiado de partido aliado ao PT, Bolsonaro sobreviveu a sete cirurgias de emergência — e desde então sofre uma perseguição homeopática e calculada pra acabar com ele física e psicologicamente, junto com seus aliados e o povo que não se dobra”, escreveu.
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Ainda falando sobre o ministro do STF, Carlos apontou várias supostas violações de direitos humanos que estariam sendo cometidas por quem se intitula defensor desses direitos. Ele citou “tortura” para arrancar delações sem provas, prisões ilegais, buscas e apreensões sem fundamento, além de mortes que seriam abafadas. Enquanto isso, segundo ele, assuntos importantes como corrupção no INSS e violação da independência dos Poderes são ignorados pelas autoridades.
“O que a gente vê é um festival de atropelos: tortura virou método, processo legal foi jogado no lixo, prisões e buscas sem nenhum motivo real. E as investigações sérias, tipo desvios no INSS e corrupção, somem do radar. Tudo isso só pra sustentar essa perseguição pesada contra quem não canta a mesma música da ‘organização’”, acusou.
Para Carlos, esse tipo de perseguição política e judicial é parte de um sistema que está se consolidando no Brasil, repetindo o que aconteceu na Venezuela — um país que mergulhou no caos econômico e político. Ele lembra que aliados do ex-presidente Lula, ditadores venezuelanos, foram proibidos por Moraes de serem citados na campanha de 2022, mas continuam blindados pelo sistema.