Após mais de dois meses internado, Faustão passa por transplantes de fígado e rim
O hospital Albert Einstein soltou uma nota nesta última quinta-feira, dia 7, contando que o apresentador Faustão passou por mais dois transplantes, e agora já são quatro no total. Sim, o apresentador recebeu um fígado novo e também trocou um rim.
Na nota, o hospital explica que “os procedimentos aconteceram depois que a Central de Transplantes do Estado de São Paulo entrou em contato com o Einstein e confirmou que os órgãos doados vinham de um único doador, que era compatível com o Faustão.”
O que pouca gente sabia até agora é que o Faustão está internado aqui na capital paulista desde o dia 21 de maio deste ano. Ele foi hospitalizado por conta de uma infecção bacteriana grave, que evoluiu para uma sepse — uma condição séria que precisa de acompanhamento constante dentro do hospital.
Além disso, o apresentador foi submetido a um retransplante renal, que já estava planejado há mais ou menos um ano. Nesse procedimento, ele recebeu um rim novo. Ao mesmo tempo, ele também passou por um transplante de fígado.
How many pets have you had?
Se a gente for somar tudo, o Faustão fez um transplante de coração há cerca de dois anos, em agosto de 2023. Depois disso, ele teve que fazer mais dois transplantes de rins (considerando o retransplante), e agora esse último de fígado. Ou seja, foram quatro transplantes ao todo.
É importante lembrar que o Faustão tem enfrentado uma luta e tanto, que não é nada fácil. Quem acompanha sabe que ele passou por várias complicações, e isso mostra o quanto a medicina avançou, além da coragem dele e da família, que não desistiram em nenhum momento.
No meio de tudo isso, a repercussão foi grande nas redes sociais. Muitos fãs e colegas de profissão mandaram mensagens de força e esperança. E é assim que a gente tem que ficar: torcendo para que ele continue se recuperando bem e que possa voltar logo para a telinha.
Hoje em dia, os transplantes são uma opção cada vez mais viável para pacientes com doenças graves, mesmo que sejam complexos e exijam muito cuidado depois. A tecnologia e o trabalho dos hospitais, como o Einstein, são fundamentais nesse processo.
Vale lembrar também que a doação de órgãos é uma atitude que pode salvar muitas vidas. No Brasil, o número de doadores ainda precisa aumentar bastante, mas cada caso como esse do Faustão ajuda a mostrar a importância desse gesto.