Professor que mencionou “guilhotina” para filha de Justus publica carta
O caso levantou discussões nas redes sobre o limite entre crítica social e discurso de ódio, além da responsabilidade das pessoas (inclusive intelectuais) ao usarem as redes sociais, principalmente quando envolvem crianças. A divisão de opiniões é grande: enquanto alguns defendem a liberdade de expressão e interpretam o comentário como crítica simbólica ao luxo em tempos de crise, outros consideram que houve falta de bom senso e empatia.
Por fim, fica o alerta: num mundo onde qualquer post pode viralizar, a linha entre opinião e ofensa pode ser mais fina do que parece. E o preço por ultrapassá-la, alto demais.
Confira a carta:

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