O que pode ter levado a brasileira cair de vulcão na Indonésia
Ele ainda diz que parte do trabalho do guia é observar como os turistas estão se sentindo – tanto fisicamente quanto psicologicamente. “Se alguém demonstra cansaço, ou se tá meio fora do normal, o guia tem que parar e dar atenção. Não pode deixar ninguém isolado. Isso é muito perigoso.”
Além disso, existe um sistema de gestão de segurança que muitos guias seguem, onde os riscos da trilha são mapeados, classificados e, pra cada tipo, existem ações específicas que precisam ser tomadas. “Não é só colocar o grupo pra andar e pronto. Tem toda uma responsabilidade por trás”, completa Ion.
No fim das contas, a história de Juliana serve de alerta pra quem pretende fazer trilhas em lugares desconhecidos. Escolher uma boa empresa, pesquisar sobre os guias e entender os riscos é essencial. E o mais importante: nunca andar sozinho, por mais que o lugar pareça seguro.
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