Cantor falece aos 42 anos após passar mal durante show
No último sábado, 21 de junho, uma triste notícia abalou o cenário do forró e pegou fãs e amigos de surpresa: o cantor Gisley Ribeiro, de apenas 42 anos, faleceu após passar mal enquanto se apresentava em um bar na cidade de Juazeiro, na Bahia. A tragédia aconteceu de forma repentina, no meio de uma performance que deveria ser apenas mais uma noite animada entre música e público.
Testemunhas que estavam no local contaram que Gisley tava cantando normalmente quando de repente ele colocou a mão no peito e demonstrou um incômodo forte. Segundo relatos de colegas e amigos próximos, ele teria sentido uma dor muito intensa no peito, parando o show na hora. O clima de alegria deu lugar a apreensão e preocupação. Muita gente ficou sem entender o que tava acontecendo.
Rapidamente, o artista foi socorrido e levado até um hospital da região. No entanto, apesar dos esforços da equipe médica, ele acabou não resistindo. A morte dele gerou muita comoção tanto entre os que estavam presentes quanto nas redes sociais, onde fãs, amigos, músicos e até figuras conhecidas do meio artístico prestaram homenagens emocionadas.
Até o momento, a causa exata da morte não foi oficialmente divulgada pelas autoridades ou pela família. O que se sabe é que foi algo súbito e inesperado. Especula-se que pode ter sido um infarto, mas essa informação ainda não foi confirmada por laudo médico.
How many pets have you had?
Gisley Ribeiro era conhecido principalmente por sua voz marcante e por animar festas no interior da Bahia e de outros estados do Nordeste. Apesar de não ser um nome nacionalmente conhecido, ele era muito querido na cena local, tendo participado de diversas bandas de forró ao longo dos anos. Muitos o consideravam uma promessa do gênero, alguém que mantinha viva a tradição do forró pé de serra, misturado com o estilo mais moderno que tem ganhado força nos últimos tempos.
Amigos próximos disseram que ele era uma pessoa simples, de sorriso fácil, sempre disposto a ajudar e com muito amor pela música. “Era daqueles que subia no palco mesmo doente, se precisasse”, disse um colega de banda que preferiu não se identificar. “Vivia pra música e pra família. Era o que ele mais amava.”