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Reviravolta! Polícia aposta em 2 culpados pela morte de empresário encontrado em buraco de Autódromo de SP

A investigação da morte de Adalberto Amarildo Júnior, empresário de 36 anos, continua em andamento e tem ganhado novos desdobramentos ao longo dos últimos dias. O corpo dele foi achado no começo de junho dentro de um buraco estreito no Autódromo de Interlagos, zona sul da capital paulista. A cena chocou muita gente e levantou uma série de questionamentos que, até agora, continuam sem resposta definitiva.

Segundo a Polícia Civil de São Paulo, é cada vez mais forte a suspeita de que mais de uma pessoa esteja envolvida no crime. A ideia de que uma única pessoa conseguiria mover e esconder o corpo de Adalberto em um espaço tão apertado parece improvável pra quem tá no caso desde o início. A morte foi registrada no dia 3 de junho, mas o desaparecimento ocorreu já no fim de maio.

O empresário tinha ido ao autódromo participar de um evento ligado ao motociclismo — um rolê comum entre quem curte o universo das motos esportivas. Depois disso, sumiu. A esposa dele chegou a receber uma mensagem do próprio Adalberto, por volta das oito da noite, avisando que ia assistir uma corrida de motocross e depois voltaria pra casa. Mas ele nunca voltou.

Os primeiros laudos apontam que ele morreu por asfixia, mas ainda não tá muito claro como isso aconteceu. Os peritos trabalham com duas hipóteses principais: asfixia por pressão no tórax (o que chamam de constrição torácica) ou por pressão no pescoço. São detalhes técnicos, mas que fazem toda diferença pra entender o que de fato aconteceu naquela noite.

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Ainda segundo a imprensa, como o portal G1 divulgou, ninguém foi formalmente acusado pelo assassinato até agora. Houve um momento em que um amigo de Adalberto, que inclusive estava com ele no evento, foi considerado suspeito. Mas a polícia acabou descartando essa linha após análise de provas e depoimentos. Agora, os investigadores estão olhando pra possibilidade de envolvimento de seguranças do autódromo — uma teoria que lembra outro caso do ano passado, quando um catador foi morto em circunstâncias parecidas também nas dependências do circuito.

O corpo foi encontrado em um buraco de mais ou menos dois metros de profundidade e com apenas 40 centímetros de diâmetro. É um espaço extremamente apertado. Ainda por cima, Adalberto estava de capacete, o que dificultou na hora de confirmar a identidade. Só depois de perícia e exames foi possível confirmar que se tratava dele.

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