Lula relembra cartas a Janja na cadeia: “Sozinho, pensando na amada”
Voltando ao discurso no Paraná, Lula usou esse trecho da vida pessoal pra lembrar a importância do afeto em tempos difíceis. Disse que escrever cartas foi uma forma de manter a esperança viva, mesmo com o mundo desmoronando ao redor. “Eu nunca pensei que fosse gostar tanto de escrever. Era como se cada palavra me tirasse um pouco da cela e me levasse até ela.”
A fala, embora simples, tocou fundo. Em tempos onde tudo é rápido, descartável e digital, Lula trouxe à tona uma prática quase esquecida: escrever pra alguém. Uma carta, no fim das contas, é mais do que papel e tinta – é resistência, é cuidado, é amor. E nesse caso, foi também liberdade.
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