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Após polêmica da Cervejinha Lula dispara: “Não vamos permitir república de ladrão de celular”

Na quarta-feira, dia 19, o presidente Lula (PT) fez um discurso em Fortaleza, no Ceará, na cerimônia de inauguração do Hospital Universitário do Ceará (HUC). Durante o evento, ele falou sobre a PEC da Segurança e, com um tom bem firme, disse que o governo não vai deixar que a “república dos ladrão de celular” tome conta das ruas e assuste o povo.

Lula falou também que o governo federal está com os estados e os municípios para lutar contra a violência. Ele afirmou que, juntos, governo federal, governadores e prefeitos formam uma força maior do que os bandidos e que vão trabalhar para garantir a segurança da população. O presidente ainda fez questão de destacar que “lugar de bandido não é na rua, assaltando, matando e assustando as pessoas”.

“É isso que a gente tem que enfrentar”, disse o presidente, explicando que não basta o estado agir sozinho. A união de todos é necessária, pois o crime organizado não vai ser vencido só com as ações do governo federal, mas com um trabalho conjunto entre todos os níveis de poder.

A PEC da Segurança, defendida por Lula, visa fortalecer o Estado contra o crime, com o apoio de governadores e prefeitos, para que a segurança no país seja realmente efetiva. Ele reforçou que a violência precisa ser enfrentada de forma decidida e que a presença do Estado nas ruas deve ser mais forte que a atuação dos criminosos.

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Mas o mais curioso foi que, no meio de tudo isso, Lula não deixou claro qual seria o “lugar ideal” para os bandidos. Ele falou de maneira geral sobre a necessidade de acabar com a violência, mas não detalhou exatamente o que ele acha que deveria acontecer com os criminosos, como se esse fosse um ponto que ele preferisse deixar em aberto.

A fala de Lula gerou reações nas redes sociais, com algumas pessoas apoiando a ideia de que o governo precisa agir com mais força contra o crime, enquanto outras questionaram a forma como ele se expressou, sem dar um plano concreto para a solução do problema. É aquela velha história de que a segurança pública é uma questão complicada e que envolve muito mais do que simplesmente reforçar a presença do estado. São várias questões sociais e econômicas que também precisam ser levadas em conta.

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