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A Verdade por trás da carta de Eliza Samudio, psicografada por Chaline Grazik

A médium e sensitiva Chaline Grazik, conhecida por seus trabalhos espirituais e psicografias, viu uma de suas mensagens ganhar nova repercussão nos últimos meses. Trata-se de uma carta psicografada atribuída ao espírito de Eliza Samudio, modelo desaparecida em 2010, cuja morte brutal chocou o Brasil. Inicialmente divulgada em 2022, a mensagem voltou a circular recentemente, mas dessa vez sem o devido crédito à sua autora original, reacendendo discussões sobre ética e respeito nesse tipo de prática espiritual.

A Carta e os Detalhes Impactantes

Em 1º de agosto de 2022, Chaline compartilhou em suas redes sociais uma mensagem que, segundo ela, veio do espírito de Eliza. No texto, Eliza descreve os momentos finais de sua vida com detalhes marcantes e perturbadores:

“Foi cruel, foi horroroso. Eu tentei pedir socorro, mas ninguém salvou. Meu pescoço doía tanto, quebraram até faltar oxigênio no meu cérebro. Nesse momento, meu espírito saiu do corpo, onde vi tudo que fizeram comigo. De repente, veio um homem mal encarado, pele morena, e camiseta vermelha naquele dia. Eu não sabia quem ele era, mas pude ver tudo o que fizeram comigo. Pareciam estar endemoniados, sem saber como agir, e decidiram me lançar em um rio fétido, com bastante fiapos para que eu ficasse no fundo. Eu vi tudo, tudo mesmo, e foi muito doloroso.”

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A publicação, como esperado, gerou grande comoção, com muitos admiradores do trabalho da médium elogiando sua sensibilidade em dar voz ao espírito de Eliza. No entanto, a mensagem também causou desconforto entre os familiares da modelo.

Respeito à Família e a Polêmica da Divulgação

Após a repercussão inicial, os familiares de Eliza pediram que a mensagem fosse retirada das redes sociais, argumentando que sua divulgação feria a memória da modelo e trazia mais sofrimento para aqueles que ainda lidam com a tragédia. Atendendo ao pedido, Chaline retirou o conteúdo e demonstrou respeito pela dor da família, uma atitude que reforçou seu compromisso ético em relação ao trabalho espiritual que realiza.

Entretanto, recentemente, a mensagem voltou a circular nas redes sociais, mas sem menção à autoria de Chaline. O reaparecimento da carta em páginas anônimas reacendeu o debate sobre a importância de creditar o trabalho espiritual de forma adequada, além de questionar os limites éticos da disseminação de conteúdos sensíveis.

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