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Ángel Manuel Soto explica escolha de brasileira em “Dupla Perigosa”

A Nova Aposta de Àngel Manuel Soto: Dupla Perigosa e a Representação Brasileira

O mundo do cinema está sempre cheio de novidades e surpresas, e um dos mais recentes lançamentos que tem chamado a atenção é o filme de ação Dupla Perigosa, dirigido pelo talentoso cineasta porto-riquenho Àngel Manuel Soto, de 43 anos. Este filme chegou à plataforma Prime Video na última quinta-feira, dia 28, e já está gerando expectativas entre os amantes do gênero. Uma das coisas que mais se destaca nesse projeto é a escolha da atriz brasileira Morena Baccarin, de 46 anos, que faz parte do elenco. O diretor comentou sobre essa escalação e a importância de ter representatividade latina em suas obras.

A Importância da Representação na Cultura Latina

Àngel Soto já teve a oportunidade de trabalhar com a atriz brasileira Bruna Marquezine, de 30 anos, em 2022, no filme Besouro Azul. Ele ressalta que, mesmo naquela produção, o foco era mostrar a cultura latina de uma forma mais ampla e inclusiva. Em suas palavras, a ideia era ter um brasileiro no filme, uma vez que muitas vezes eles são deixados de fora do debate sobre a cultura latina. Essa visão é extremamente importante, pois a diversidade cultural deve ser celebrada e representada adequadamente nas telas.

“Para mim, a ideia era: estamos fazendo um filme sobre super-heróis latinos e, portanto, a presença de um brasileiro se torna essencial. Isso foi o que me levou a escolher a Bruna e, ao escalar a Morena, percebi que tinha a oportunidade de trabalhar com brasileiros novamente. Isso é algo que pretendo continuar fazendo”, afirmou Soto.

A Voz Brasileira e a Autenticidade dos Personagens

Um dos pontos mais interessantes que Soto traz à tona é a importância de deixar os personagens representarem suas culturas de forma genuína. Ele enfatiza que, se não contarmos nossas próprias histórias, outros o farão, mas de uma maneira que pode não ser fiel à realidade. “Se eu tiver a chance de deixar a Morena falar com seu sotaque brasileiro, mesmo que isso não esteja no roteiro, eu quero fazer isso. Afinal, por que não permitir que ela mostre ao mundo o quanto é brasileira? Isso traz uma autenticidade incrível ao personagem”, destacou o diretor.

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Além disso, ele também fez questão de trazer a cultura havaiana para o filme, pois a história se passa nas ruas do Havaí. “Eu não sou havaiano, então precisava de pessoas que realmente fossem de lá para me ajudar a dar vida ao filme. E a resposta foi incrível, havia muitas pessoas dispostas a colaborar para que a produção tivesse uma cara havaiana autêntica”, completou.

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