Especialista faz alerta após Virginia sofrer com sequelas de doença: ‘Risco’
E dá pra prevenir ou tratar?
A genética é algo que a gente não consegue mudar, mas alguns fatores externos, como hormônios e estresse, também influenciam bastante na alopecia. Mulheres na menopausa ou durante a gravidez, por exemplo, costumam ter um risco maior de enfrentar esse problema. O estresse também é um gatilho forte, assim como algumas doenças autoimunes.
Quando se fala em tratamento, aí depende muito do tipo de alopecia. A Maria Fernanda explicou que, pra alopecia androgenética, o uso de minoxidil (um produto que se aplica direto no couro cabeludo) e a finasterida (medicação oral) são os mais comuns. Já pra alopecia areata, os tratamentos incluem corticosteroides, que podem ser aplicados ou até injetados no couro cabeludo. Nos casos mais graves, há até terapias imunológicas.
Mas ela deixou claro que não dá pra prometer resultados milagrosos. Em algumas pessoas, o tratamento ajuda a desacelerar a queda ou até a estimular o crescimento, mas a recuperação total é rara. Tem o caso do eflúvio telógeno, por exemplo, que é uma queda de cabelo temporária. Quando o fator que causou essa queda é eliminado, o cabelo tende a crescer de novo.
What did you think of the content?
A especialista lembra que, no caso da alopecia androgenética, que é uma condição progressiva, é mais comum que os tratamentos ajudem a reduzir a queda, mas não façam o cabelo voltar totalmente. Já com a alopecia areata, há sim chances de reversão em alguns casos, mas depende bastante do quadro individual de cada pessoa.
Conclusão
Bom, fica o alerta da Virginia e da especialista: alopecia não é só uma questão estética, é uma condição que mexe com a autoestima e pode trazer muitos desafios. Mesmo que nem todo mundo tenha essa condição, falar sobre isso ajuda a conscientizar e desmistificar o problema, mostrando que cuidar da saúde do cabelo é importante – e que a gente não tá sozinho nessas batalhas com o espelho.