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Dona Déa posta mensagem reflexiva após entrevista polêmica com Yasmin Brunet

Dona Déa Lúcia, que é mãe do ator Paulo Gustavo, que infelizmente faleceu vítima da COVID 19, falou pela primeira vez, desde de sua entrevista polêmica que deu muito oque falar com a ex-bbb Yasmin Brunet. Dona Déa se manifestou através de suas redes sociais.

“Aprendi três coisas nessa vida. 1: A opinião dos outros não muda minha vida. 2: Quem fala do outro também fala de mim. 3: Quem fala de mim não paga minhas contas”, era oque dizia o post compartilhado por Dona Déa nos stories de seu Instagram.

Déa Lúcia viu seu nome ser bastante comentado nas redes rociais, após uma bate papo franco com Yasmin Brunet, principalmente por causa de suas atitudes com o baiano Davi. A mãe do ator Paulo Gustavo, ainda teria integrado um livro de Clayton Nascimento para a modelo, com o título “Macacos”, porém essa cena não foi ao ar.

Déa também postou o livro em suas redes sociais: “Conta como é ser negro em um país como o Brasil. A população negra já foi tratada como propriedade e, mesmo com a abolição em 1888, ela continua sofrendo violências físicas e psicológicas. Não podemos mais permitir que este terror continue. Comprem este livro e vamos juntos combater o racismo. Com amor, Déa Lúcia”, disse

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Saiba sobre o que fala ‘Macacos’:

Depois que o Domingão com Huck foi ao ar, Dona Déa viu seu nome ser um dos mais comentados nas redes sociais. Principalmente após se confirmar o livro sobre racismo a Yasmin Brunet.

Mesmo se confirmando que ela entregou o livro a modelo, o momento acabou nem indo ao ar. A obra retrata alguns casos de racismos, detalhadamente no livro, que aconteceram no Brasil.

O livro é ainda mais famoso pelo capítulo sete, onde na ocasião os negros explicam seu ponto de vista sobre o Brasil. Inclusive após tanto sucesso diante da divulgação da obra, o livro virou até mesmo uma peça de teatro. Famosos nomes como de Marieta Severo, Renata Sorrah, Camila Pitanga e Zezé Polessa fizeram questão de elogiar o espetáculo.

O livro juntamente com a obra “Não vão nos matar agora”, de Jota Mombaça (Cobogó), foi inclusive umas questão de vestibular da FUVEST no tema sobre normalidade, legalidade social do regime de justiça no Brasil e a prática de formação para atuação.

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