Lima Duarte aparece em público pela primeira vez após morte da filha: ‘Ter fé’
De acordo com o registro, o ator solicitou a neta e uma amiga para uma visita à motociclista no hospital “sem querer constrangê-la ou coagir” e levar R$ 1 mil para “necessidade imediata”. Após a alta da paciente, ainda de acordo com o depoimento dele, ela teria pedido uma cama hospitalar e cadeira de rodas, que depois foi substituída por uma motorizada “num gesto de solidariedade pelo que ela estava passando”.
Por meio de uma consultora da família, também na época, foi apalavrado o pagamento do equipamento por seis meses e R$ 30 mil, assim como um “documento de transação”, um tipo de “contrato de sigilo” que foi assinado pelos envolvidos.
A polícia também ouviu um homem que contou que estava em um ponto de ônibus na região e viu o acidente. Ele ressaltou a versão do motorista e negou que a vítima tivesse parado “200 metros à frente”.
O Ministério Público verificou o inquérito e chegou a conclusão que se tratava de caso para arquivamento. Em comunicado, o advogado Ângelo Carbone, responsável pela defesa de Simone disse entender que “o arquivamento peca em sua essência. Existe muito a ser apurado, não existe perícia local, existem inúmeras câmeras que podem trazer a realidade dos fatos, não foi feito exame no idoso de dosagem alcoólica, nem perícia para estabelecer se ele tem condições de dirigir, nenhuma testemunha da vítima foi ouvida”. “E o pior: os policiais militares desligaram suas câmeras para impedir que se descubra a realidade e os mesmos respondem a inquérito administrativo os embargos de declaração busca infringência para que se restabeleça o inquérito e no mérito que continue o inquérito para apurar novas provas, porque ocorreu um crime. A jovem poderia ter morrido”, disparou.
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