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SP: médico é acusado de agredir ex-namoradas e funcionários de prédio

Autoridades da Polícia Civil e do Ministério Público de São Paulo estão conduzindo uma investigação relacionada ao médico Bruno D’Ângelo Cozzolino. Ele é suspeito de perseguir, ameaçar e agredir antigas companheiras, bem como de praticar violência contra funcionários dos edifícios onde reside e trabalha na região nobre dos Jardins, em São Paulo.

De acordo com um segmento exibido pelo programa Fantástico, da TV Globo, no último domingo (27/8), Bruno enfrenta diversas ações judiciais e há diversos registros de ocorrências policiais sobre as alegações de agressões.

Em um dos incidentes mais recentes, ocorrido no último dia, as câmeras de segurança do condomínio em que reside capturaram o médico envolvido em uma discussão e agressão contra o zelador. A alegação era de que o zelador havia solicitado a ele que estacionasse seus carros adequadamente nas vagas da garagem. No dia subsequente, o médico se dirige à delegacia e alega que foi ele quem sofreu agressões por parte do zelador.

Conforme informado na matéria, alguns dias depois, quando questionado pelo síndico a respeito do incidente, o médico também parte para a agressão contra o síndico, chegando a danificar o portão da garagem. Posteriormente, ele volta a agredir um dos seguranças do edifício, sendo todas essas situações registradas pelo sistema de câmeras.

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Na data em que ocorreu o conflito com o síndico, Bruno é registrado em vídeos nas instalações do edifício onde uma ex-namorada está empregada. Essa mesma ex-namorada já havia anteriormente denunciado ter sido vítima de agressões perpetradas por ele.

Segundo informações divulgadas no relato, o médico foi detido em duas ocasiões por agressões a mulheres: uma em 2012 e outra em 2021, esta última devido ao não cumprimento de medidas protetivas. No episódio mais recente, a ex-namorada relatou ter sido alvo de chutes, socos e empurrões.

Na ocasião, os advogados de Bruno forneceram um laudo psiquiátrico que indicava sua condição de portador de transtorno bipolar de humor, ansiedade e transtorno obsessivo-compulsivo grave. Alegações foram feitas de que ele havia interrompido o tratamento. A prisão foi anulada para possibilitar uma avaliação médica, contudo, o caso acabou sendo arquivado.

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