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Após ser solto pela Justiça, padrasto confessa que tirou a vida de criança de 11 anos no litoral do Paraná

Soltura
Na sexta-feira (28), um dia após a prisão em flagrante do homem, ele foi solto por determinação do juiz Jonathan Cheong, que entendeu não existir sinais de que o padrasto, apesar de suspeito, pudesse destruir alguma prova ou fugir da cidade.

Ainda que o crime tenha sido praticado com violência, não existem elementos concretos que sinalizem para a periculosidade do suspeito, e nem sinais concretos de que o suspeito possa vir a destruir provas ou se evadir do distrito da culpa“, disse o juiz na decisão.
Na sexta, quando a soltura de Givanildo foi determinada, a Justiça não aceitou um pedido do Ministério Público (MP-PR) para transformar a prisão do suspeito em preventiva.

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