Viúva de Erasmo Carlos alfineta parentes do cantor depois de velório: ‘Pessoas mórbidas’
“Mas eu deixei você me guiar e sua voz no meu ouvido: ‘Deixa pra lá, meu bem! Finge que não ouviu, eu quero viver em paz. Eu só quero paz.’ Que orgulho da sua sabedoria! Você soube se preservar e eu quero manter te preservando” continuou.
A amada do cantor ainda disse que fará o possível para manter sua memória viva: “Meus 1,62 eram incapazes de fazer o que eu gostaria pelos seus 1,86. Mas eu me muni das minhas armas e fui. Minhas armas eram o meu amor incondicional por você e a música. Uma guerra assistida e solitária! Daqui a pouco as pessoas vão retomar a vida, vão me esquecer e deixar de falar de você, mas eu vou continuar lutando”.
Ela finalizou falando sobre as cinzas do cantor terem sido jogadas ao mar: “Nenenhô! Você sentiu a brisa do mar? A água gelada bater e levar nossos nomes? Você tava aonde? Comigo? Em mim? Na varanda me olhando? Me sinaliza pra eu não morrer de desespero! Do palco você sempre queria saber onde eu estava sentada para olhar na minha direção. Eu tô desesperada, estou com medo de esquecer dos detalhes da gente, amoooor! Meu cérebro, há muito só funcionava para guardar o que era importante pra te cuidar e fazer feliz, e se eu não guardei na memória o que é realmente importante pra agora?”. finalizou.
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