Milton Gonçalves deixa legado marcante na dramaturgia brasileira: relembre carreira
O Brasil perdeu nesta última segunda-feira (30) um dos grandes nomes da dramaturgia brasileira, Milton Gonçalves. Vale ressaltar que o famoso veio a óbito em sua residência por volta das 12h30 do dia de hoje, aos 88 anos, em decorrências de uma complicação de saúde que vinha enfrentando desde que teve um AVC, em 2020.
Com um currículo invejável, ele atuou em mais de 70 trabalhos na televisão, entre novelas, séries e participações especiais. No cinema, ele já apareceu em mais de 60 filmes, e esteve presente em cerca de 30 peças teatrais.
Ele que iniciou sua trajetória como ator em 1960, ainda na extinta TV Tupi, e fez sua primeira aparição na Rede Globo na inauguração da emissora, em 1965. A parti desse momento, ele esteve presente em mais de 40 novelas, onde deu vida a personagens marcantes como o Zelão das Asas, de O Bem-Amado (1973), e o médico Percival, de Pecado Capital (1975).
Além de ator, o artista já dirigiu diversos filmes populares de grandes sucessos, como Selva de Pedra (1972) e Escrava Isaura (1976). Milton também escreveu quatro peças de tearo durante a sua carreira. Ele também atuou em Araponga (1990), Sinha Moça (1986), Rei do Gado (1996) e entre outras novelas. Outro grande ponto marcante em sua carreira é que ele foi o primeiro brasileiro a apresentar um prêmio no Emmy internacional.
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Nos anos 2000, atuou em novelas famosas da Globo como América (2005), A Favorita (2008), Insensato Coração (2011), Pega Pega (2017).
O última trabalho na emissora globo que Milton Gonçalves participou foi O Tempo Não Para (2018), quando deu vida ao marcante catador de materiais recicláveis Eliseu. Em 2019, ele também fez uma pequena participação em Malhação: Toda Forma de Amar. Seu último trabalho foi a série Filhas da Eva, da Globoplay, lançada em 2021.
