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Givaldo Alves divulga candidatura, porém não pode concorrer. Entenda

O ex-morador de rua Givaldo Alves, que ganhou grande destaque após ser agredido pelo personal trainer por manter relações sexuais com a mulher do profissional, informou, nessa última última quinta-feira (26/5), a pré-candidatura a deputado distrital. Na oportunidade, ele anunciou em suas redes sociais que disputará ao cargo político e ainda revelou que até fez uma pesquisa na qual teria 700 mil votos.

Givaldo, porém, esqueceu-se do requisito básico e mais importante para concorrer às eleições de outubro: ser filiado a um partido.

Segundo o site do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Givaldo não aparece como membro de nenhuma legenda, o que o impede de concorrer a qualquer cargo eleitoral. O homem que se intitula “mendigão” ou qualquer outro postulante tinha prazo para ingressar até dia 2 de abril deste ano.

De acordo com o colunista Caio Barbieri do Portal Metrópoles, depois que o caso da agressão estourou nas redes sociais, partidos entraram em contato com Givaldo, oferecendo espaço para quatro legendas. Naquela oportunidade, havia tempo para preencher o requisito de filiação. Porém, hoje, não há mais.

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Conforme com a Lei n° 9.504/1997, conhecida como Lei das Eleições, além da Lei n° 9.096/1995, que regulamenta os partidos políticos, e na Resolução do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) n° 23.609/2019, para poder participar de participar das eleições, o candidato deverá ter domicílio eleitoral na respectiva circunscrição em que concorrerá pelo prazo de seis meses e estar com a filiação concedida pela agremiação no mesmo limite de data.

Confira a publicação de Givaldo Alves com o anúncio da pré-candidatura:

Ficha-limpa

Givaldo foi condenado por envolvimento no sequestro de uma mulher de 33 anos em 2004 na zona leste de São Paulo. O ex-morador de rua foi flagrado no local por volta das 18h30 do dia 1º de julho de 2004,  ao pegar o resgate de R$ 3 mil em uma lixeira na Praça do Forró, em São Miguel Paulista.

Horas depois, Givaldo assumiu o crime e encaminhou os policiais até o cativeiro em Itaquaquecetuba. A vítima tinha sido liberada quando os policiais chegaram ao local. Gilvado contou a polícia que tinha ido ao local uma vez e afirmou que não teria visto a mulher sequestrada.

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