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Morte de Liam Payne completa 2 anos: o que se sabe e o que falta esclarecer

Revelações e Controvérsias: O Legado de Liam Payne Dois Anos Após Sua Trágica Morte

Nesta sexta-feira, dia 16, completam-se dois anos desde a morte de Liam Payne, o cantor britânico que fez parte do icônico grupo One Direction. A tragédia ocorreu em Buenos Aires, Argentina, onde o artista, então com apenas 31 anos, caiu da sacada de um hotel. Este evento chocou fãs ao redor do mundo e levantou uma série de questões sobre as circunstâncias que cercaram sua morte.

O que sabemos sobre a fatalidade

A investigação inicial revelou que a causa da morte de Liam foi múltiplos traumatismos e hemorragias internas e externas. Um exame toxicológico posterior apontou a presença de substâncias como álcool, cocaína e um antidepressivo prescrito em seu organismo. Essa combinação de fatores levantou muitas dúvidas sobre seu estado no momento da queda. Os peritos sugeriram que ele poderia estar inconsciente ou ao menos semiconsciente, o que poderia ter contribuído para a tragédia.

Desdobramentos legais e acusações

Após a morte de Liam, cinco pessoas foram formalmente acusadas em relação ao caso, com homicídio culposo e fornecimento de drogas como os principais tópicos a serem discutidos. Em dezembro de 2024, a Justiça argentina decidiu formalizar acusações contra três indivíduos: Rogelio “Roger” Nores, amigo e empresário de Liam; Gilda Martín, gerente do hotel; e Esteban Grassi, chefe da recepção. Outros dois funcionários do hotel também estavam sendo investigados por supostamente fornecerem drogas ao cantor.

No entanto, em fevereiro de 2025, um tribunal de apelações retirou as acusações de homicídio culposo contra os três primeiros, argumentando que não havia evidências suficientes para sustentá-las. A decisão foi baseada na análise de que a amizade entre Nores e Liam não impunha uma obrigação legal de supervisionar suas ações pessoais.

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Os envolvidos e suas defesas

Os dois homens que ainda permanecem ligados ao caso são Braian Nahuel Paiz, um garçom que conheceu Liam em Buenos Aires, e Ezequiel David Pereyra, um ex-funcionário do hotel. A BBC informou que Pereyra é acusado de ter vendido cocaína ao cantor nos dias que precederam sua morte, enquanto Paiz teria fornecido a substância em duas ocasiões diferentes. Ambos negaram as acusações, com Paiz afirmando que apenas ofereceu a droga gratuitamente, pois era fã de Liam, e Pereyra alegando que agiu sob pressão de um hóspede considerado VIP.

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