Operação contra esquema de roubo de ouro bloqueia R$ 34 milhões em SP
Retrospectiva da Primeira Fase
A primeira fase da Operação Ouro Reverso ocorreu em maio de 2025 e resultou na prisão de Rony Gonçalves, que foi identificado como um dos principais negociadores de objetos de ouro oriundos de roubos. De acordo com as investigações, Rony estava ligado a um esquema que era liderado por Suedna Barbosa Carneiro, conhecida popularmente como “Mainha do Ouro”. Ela é vista como uma figura central que fornecia suporte a várias quadrilhas criminosas envolvidas em roubos.
Objetivos da Segunda Fase
Nesta nova fase da Operação Ouro Reverso, a polícia está determinada a localizar e responsabilizar outros membros dessa estrutura criminosa. Isso inclui indivíduos que atuam diretamente na receptação, comercialização e processamento do ouro roubado. Segundo as investigações, o grupo utilizava o derretimento das joias como uma estratégia para descaracterizar os objetos, dificultando assim a rastreabilidade e identificação da origem do metal precioso.
Análise dos Materiais Apreendidos
Os materiais que foram apreendidos durante a operação serão cuidadosamente analisados pela Polícia Civil. Esse exame é crucial, pois permitirá aprofundar a investigação sobre a participação de empresas e outros envolvidos no esquema criminoso. As consequências dessa operação podem ser significativas para o combate ao crime organizado e à proteção do patrimônio dos cidadãos.
*Em atualização*
*Sob supervisão de Manuella Dal Mas*
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