Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha, uma data a ser celebrada
Iris Pereira, do Instituto Pactuá, nos lembrou que “a sua história pode começar em qualquer lugar. O importante é que ela não termine onde os outros disseram que era o seu limite.” Essa frase ressoa profundamente, pois é um chamado à ação para que todas as mulheres, especialmente as negras, saibam que podem e devem aspirar a mais.
Equidade e Oportunidade
Maria Lorena, da Bayer, resumiu a questão da equidade de forma simples, mas poderosa: “Equidade não é sobre privilégios. É sobre ter acesso!” Essa afirmação destaca a necessidade de um sistema mais justo e igualitário, onde todos têm as mesmas oportunidades de brilhar.
Por fim, Prissila Souza, da VIVO/Telefônica, trouxe uma visão sobre o caminho percorrido: “Conquistar espaço no mundo corporativo foi aprender a ocupar lugares onde, muitas vezes, mulheres negras não eram esperadas.” Essa frase encapsula a luta e a perseverança necessárias para quebrar barreiras e abrir portas.
Celebrando e Refletindo
Ouvir essas histórias me fez perceber o quanto temos avançado na discussão sobre igualdade e justiça. O 25 de julho não é apenas um dia de lembrança, mas uma verdadeira bússola. Ele nos ajuda a lembrar de onde viemos, do abismo que ainda enfrentamos e da força inabalável das mulheres negras que se recusam a esperar por um convite para entrar. Que este dia nos inspire a continuar lutando por um futuro mais justo e igualitário.
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