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Massa de ar polar vai passar pelo Sul e causar mais frio nesta semana; veja

Chegada do Frio: O Que Esperar do Sul do Brasil em Julho

Nos primeiros dias de julho, uma massa de ar polar está se aproximando com força no Sul do Brasil, especialmente no estado do Rio Grande do Sul. Isso já é visível a partir desta segunda-feira, dia 29 de junho, quando as temperaturas começam a despencar, com alguns lugares registrando até 10ºC. Esse frio intenso não é uma surpresa, já que a frente fria que está se movendo tem suas raízes no clima gelado da Argentina, Chile e Uruguai.

Previsões para o Final de Junho

Hoje, os gaúchos, que já estão acostumados com o frio, vão experimentar um dia bem gelado, com os termômetros marcando até 10ºC. Enquanto isso, estados como Santa Catarina e Paraná não sentirão tanto o impacto da massa de ar polar, pois ela estará se deslocando em direção ao litoral catarinense. Entretanto, a expectativa é que algumas nuvens e chuvas apareçam à tarde, e as temperaturas devem ser mais amenas no norte do Paraná, onde o ar quente do Centro-Norte do país ainda prevalece.

A Intensificação do Frio

Na terça-feira, dia 30, o frio deve intensificar-se ainda mais no Rio Grande do Sul, especialmente nas áreas de fronteira com o Uruguai, onde há chances de geada. Isso significa que as temperaturas podem cair ainda mais, trazendo um clima bastante rigoroso. Por outro lado, em Santa Catarina e no Paraná, as chuvas e temperaturas amenas devem continuar, sem grandes alterações durante o dia.

Impacto da Massa Polar no Início de Julho

A chegada da massa de ar polar logo no início de julho traz consigo uma grande expectativa. A cordilheira dos Andes, na Argentina, poderá receber uma quantidade significativa de neve, o que é sempre um espetáculo para quem acompanha as mudanças climáticas da região. No entanto, a circulação dos ventos sobre o continente pode dificultar que o frio chegue com toda a sua intensidade no Brasil.

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Alerta para Chuvas Intensas

Além do frio, a previsão é de que o Sul do Brasil enfrente um período de chuvas intensas na transição de junho para julho. Isso é influenciado pelo fenômeno conhecido como El Niño, que tem um grande impacto nas condições climáticas no oceano Pacífico Equatorial. Segundo o Climatempo, o volume de chuvas pode até mesmo dobrar ou triplicar em comparação com a média histórica. É esperado que entre os dias 1 e 2 de julho, algumas regiões, especialmente a bacia do Taquari-Antas, no Rio Grande do Sul, possam receber mais de 150 mm de chuva.

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