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Xuxa choca ao afirmar que só faz uma refeição ao dia: “Igual a um cachorro”

Os Segredos da Rotina de Xuxa: Um Olhar Sobre Seus Hábitos e a Controvérsia do Jejum

A apresentadora Xuxa, que está com 63 anos, trouxe à tona uma conversa intrigante na semana passada ao compartilhar detalhes sobre seu dia a dia agitado durante os anos em que esteve à frente do icônico programa “Xou da Xuxa”, exibido na TV Globo. Durante uma conversa descontraída no videocast “Quem É Você Nesse Rolê?”, apresentado por Thaís Fersoza, ela fez declarações que deixaram muitos de seus fãs surpresos, especialmente sobre sua alimentação e estilo de vida.

Uma Rotina Apressada

Em um momento da entrevista, Xuxa revelou que, na época de gravações, costumava fazer apenas uma refeição por dia. “Não gosto de acordar cedo. Quando eu trabalhava, fazia cinco programas por dia, então eu chegava por volta de meio-dia, uma hora, mais ou menos… Uma e meia, começava a gravar. Terminava por volta de onze e meia. Depois eu fazia o sorteio e ia até as duas, três horas da manhã”, compartilhou a apresentadora. Essa rotina intensa de trabalho certamente impactava seus hábitos diários, levando-a a um ciclo de sono e alimentação pouco convencional.

Um Estilo de Vida Noturno

Xuxa também comentou sobre suas preferências em relação ao sono, revelando que sua rotina noturna a fazia dormir apenas após a uma da manhã e acordar muito tarde. “Para mim não existe a manhã. Eu sou que nem cachorro, eu como uma vez por dia. E o ar-condicionado tem que estar bem frio, senão não consigo dormir”, disse ela de maneira bem-humorada. Essa declaração gerou uma série de reações entre seus seguidores nas redes sociais, que ficaram preocupados com a saúde dela, especialmente em relação ao longo período de jejum.

Preocupações com o Jejum Intermitente

Embora Xuxa tenha abordado suas práticas alimentares de forma leve, o jejum intermitente é um tema que levanta muitas preocupações entre especialistas. Embora essa prática tenha ganhado popularidade nas redes sociais, não existem evidências científicas robustas que comprovem sua eficácia e segurança a longo prazo. Pesquisas recentes realizadas pela Universidade de São Paulo (USP) e pelo Massachusetts Institute of Technology (MIT) indicaram que ficar longos períodos sem se alimentar pode, na verdade, aumentar a compulsão alimentar e até mesmo elevar o risco de desenvolvimento de tumores intestinais.

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