IML não aponta lesões em menina no caso Palmeiras; abuso não foi descartado
Investigação em Andamento: O Caso da Menina de 4 Anos e o Clube Palmeiras
Recentemente, um laudo do Instituto Médico Legal (IML) trouxe à tona informações sobre um caso que chocou a comunidade: uma menina de apenas 4 anos teria sido vítima de abuso sexual nas dependências do clube social do Palmeiras, localizado na zona oeste de São Paulo. A confirmação desse laudo foi feita pela Polícia Civil em contato com a CNN Brasil, na terça-feira, dia 24.
Embora o laudo não tenha identificado lesões físicas na criança, a polícia não descarta a possibilidade de que atos libidinosos tenham ocorrido. É importante destacar que, em muitos casos semelhantes, a ausência de evidências físicas, como a falta de conjunção carnal e a ausência de sêmen, é comum. Isso não significa que a hipótese de abuso sexual esteja fora de questão, e as investigações continuam.
Detalhes da Investigação
A Secretaria de Segurança Pública (SSP) afirmou em nota que as apurações estão em andamento. Inicialmente registrado na 4ª Delegacia de Defesa da Mulher, o caso agora está sendo investigado pela 9ª DDM. A SSP também ressaltou que o sigilo das investigações deve ser mantido, visto que envolve uma menor de idade e trata-se de um crime sexual.
A CNN Brasil tentou obter mais informações diretamente com o Palmeiras sobre os resultados dos laudos. O clube declarou que está colaborando integralmente com a investigação e respeita a necessidade de sigilo para esclarecer os fatos.
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Como Tudo Começou
A denúncia sobre o incidente ocorreu no dia 10 de junho, dentro de um banheiro masculino na sede do clube. Conforme relatos, um homem de 74 anos teria atraído a menina com a promessa de pipoca. A mãe da criança percebeu a ausência dela por um breve período e, ao ver a filha retornar do banheiro, notou que a menina dizia que era um segredo. Ao dar banho na criança em casa, a mãe encontrou uma secreção na região íntima dela. Ao ser questionada, a menina afirmou que um “vovô” havia tocado em suas partes íntimas.
Surpreendentemente, o homem suspeito de ter cometido o ato é avô de um colega de escola do irmão da vítima. Assim que o caso foi revelado, o Palmeiras se manifestou, afirmando que a menina recebeu atendimento médico e que um advogado do clube foi designado para acompanhá-las até a delegacia.