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Eduardo teria poder sobre o orçamento do filme de Bolsonaro, diz Intercept

O Intrigante Mundo do Filme ‘Dark Horse’

No coração das polêmicas políticas e artísticas, o filme ‘Dark Horse’, uma cinebiografia que explora a trajetória do ex-presidente Jair Bolsonaro, se tornou o centro das atenções. Um dos protagonistas dessa história é o ex-deputado Eduardo Bolsonaro, que, segundo uma reportagem do Intercept Brasil, exerceu um papel crucial como produtor-executivo do projeto. Isso levanta muitas questões sobre o financiamento e a gestão orçamentária do filme, que envolvem tanto o nome da família Bolsonaro quanto o complexo mundo da produção cinematográfica.

Eduardo Bolsonaro e Seu Papel na Produção

Conforme revelado, Eduardo Bolsonaro teve não apenas a função de produtor-executivo, mas também um poder considerável em decisões financeiras relacionadas ao filme. Um contrato datado de novembro de 2023, que foi acessado pela reportagem, menciona que a GoUp Entertainment, uma produtora estadunidense, seria responsável pela realização do longa, e que Eduardo, junto ao deputado federal Mário Frias, estaria profundamente envolvido na execução do projeto.

Este contrato especifica diversas responsabilidades, incluindo a busca de investidores e a preparação de documentos para o financiamento do filme. Além disso, Eduardo estaria envolvido na identificação de recursos financeiros, como créditos e incentivos fiscais, patrocínios e parcerias. A complexidade dessa responsabilidade levanta a pergunta: até que ponto a política e o cinema podem se entrelaçar na busca por recursos?

Mensagens Reveladoras e Investimentos Pessoais

Outro aspecto intrigante da reportagem é a troca de mensagens entre Eduardo Bolsonaro e o empresário Thiago Miranda, onde ele sugere que o ideal seria que os recursos para o filme fossem obtidos diretamente nos Estados Unidos. Eduardo mencionou que, se a empresa brasileira enviasse dinheiro, isso poderia ser problemático e demorado. Essa troca de informações revela não apenas a estratégia de financiamento, mas também a preocupação com a burocracia envolvida nas transações internacionais.

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Em uma declaração à CNN, o senador Flávio Bolsonaro tentou minimizar a situação, alegando que se tratava de um “contrato antigo” que não teria validade após a formalização de uma nova estrutura nos EUA. Flávio reforçou que seu irmão Eduardo não gerenciou o orçamento do filme, mas sim que colocou seus próprios recursos no projeto, especificamente cerca de US$ 50 mil, que foram utilizados para garantir a contratação de um diretor de Hollywood.

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