Débora Falabella relembra dificuldade em gravar com Adriana Esteves
Memórias de Débora Falabella sobre ‘Avenida Brasil’
A atriz Débora Falabella, que está agora com 47 anos, voltou a falar sobre os bastidores da icônica novela ‘Avenida Brasil’ durante sua participação no programa ‘Encontro com Patrícia Poeta’, exibido na última segunda-feira (4). Ela relembrou momentos marcantes das gravações e destacou como a fase da vingança da sua personagem, Nina, contra Carminha foi particularmente desafiadora.
Desafios nas Gravações
Segundo Débora, essa parte da trama exigiu um nível de concentração altíssimo. As gravações, que se concentraram nas interações entre Nina e Carminha, foram intensas e muitas vezes desgastantes. “Eu lembro que foram uma sequência de dias, só eu e ela dentro dessa casa, enquanto a Nina se vingava dela. Era uma concentração muito grande”, contou.
O envolvimento emocional na interpretação de uma personagem tão complexa como Nina não é algo fácil de se alcançar. A atriz mencionou que a pressão para entregar uma performance convincente era constante, mas isso não impediu que ela e sua colega de cena, Adriana Esteves, se divertissem nos bastidores.
Momentos de Diversão
Apesar da seriedade e da carga dramática das cenas, Débora confessou que também havia espaço para risadas. “Fomos muito intensas. Morro de rir vendo as minhas cenas com a Adriana, porque eram dramáticas, mas a gente se divertia muito fazendo”, revelou. Essa leveza nos bastidores é algo que muitas vezes o público não percebe, mas que é fundamental para o bem-estar dos atores durante um trabalho tão exigente.
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Uma Nova Perspectiva
Outro ponto interessante que Débora trouxe à tona foi sua nova visão sobre a novela ao revê-la. “Revi a novela com mais distanciamento. Mais do que minhas cenas, consegui perceber o roteiro, a direção e o elenco. Foi esse conjunto que fez o sucesso”, explicou. Essa reflexão ocorre com frequência entre os atores, que com o passar do tempo, desenvolvem um olhar mais crítico e gentil sobre seu próprio trabalho.
“Com o passar do tempo, a gente assiste se criticando menos e sendo mais gentil com a gente. Eu olho e penso: Que bom que eu amadureci, mas era uma personagem feita para aquela idade”, finalizou Débora, evidenciando como o amadurecimento pessoal e profissional pode mudar a percepção de uma performance.