Gangue do Minotauro: irmãos são presos por fornecer armas para grupo em SP
O perfil do Minotauro
Minotauro é descrito pelas autoridades como um criminoso impiedoso. Durante os assaltos, ele não hesitava em amarrar, amordaçar e até torturar suas vítimas, incluindo idosos e crianças. Após sua prisão, a polícia conseguiu descobrir uma casa em Paraisópolis que funcionava como um depósito para os produtos do crime. No local, foram encontrados diversos itens roubados, muitos deles embalados cuidadosamente em plástico bolha.
Entre as peças apreendidas, destacam-se quadros do pintor ítalo-brasileiro Alfredo Volpi, com algumas obras avaliadas em até R$ 6 milhões. Isso demonstra o nível de audácia e a sofisticação das operações da quadrilha, que não se limitava a roubar objetos comuns, mas visava itens de alto valor.
Desdobramentos e outras prisões
Os desdobramentos dessa operação não pararam por aí. Em fevereiro de 2026, outros três integrantes da quadrilha foram presos, também em Paraisópolis. Dois deles estavam armados no momento da prisão, o que ressaltou a periculosidade do grupo. Além disso, foram apreendidos veículos utilizados para a realização dos assaltos em bairros nobres, o que mostra a organização e planejamento dos criminosos.
Com a prisão dos irmãos e o desmantelamento parcial da quadrilha, a polícia espera desarticular ainda mais essa rede criminosa que tem causado tantos danos à sociedade. A luta contra o crime organizado é um desafio constante, mas as ações da polícia trazem esperança de um futuro mais seguro para todos.
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*Sob supervisão de AR.