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Marinho diz que campanha não endossa jingle que criticou o terceira via

A Polêmica do Jingle: O Que Está por Trás da Campanha de Flávio Bolsonaro?

No dia 31 de outubro, o senador Rogério Marinho, que representa o Partido Liberal do Rio Grande do Norte, fez declarações que chamaram a atenção de muitos ao abordar um jingle que foi utilizado durante uma transmissão ao vivo relacionada à pré-campanha presidencial do senador Flávio Bolsonaro, do mesmo partido. Durante o evento, o jingle em questão não poupou críticas, referindo-se a representantes da chamada ‘terceira via’ como ‘sequelados’, além de afirmar que os partidos que fazem parte do Centrão iriam ‘cair do cavalo’.

A Resposta de Rogério Marinho

Em uma entrevista concedida à CNN, Marinho, que também é o coordenador da pré-campanha de Flávio, se distanciou da letra do jingle, afirmando que ele não representa o comportamento que a campanha deseja adotar. Segundo o senador, independentemente de quem sejam os adversários nas eleições, é fundamental que haja respeito no tratamento. Ele enfatizou: “Se tem um jingle que foi tocado de forma pejorativa, não dá. É uma situação de disposição da campanha, estamos ainda na pré-campanha, há um enorme montante de apoiadores e não defendemos essa alcunha. Não é dessa forma que vamos nos comportar”.

A Repercussão do Jingle

Após o jingle se tornar um assunto quente nas redes sociais e na imprensa, a campanha de Flávio Bolsonaro se apressou em esclarecer à CNN que a música não deveria ser vista como uma peça oficial da candidatura. No entanto, é importante ressaltar que a canção foi veiculada logo no início da transmissão do evento que foi realizado pelo canal oficial do PL no YouTube. A letra do jingle afirmava: “Agora o Brasil é Flávio e o Flávio é Bolsonaro. A esquerda entra em desespero e o Centrão cai do cavalo”, e mais adiante dizia: “Em 2026, é Flávio Bolsonaro, não queremos terceira via sequelada”.

Os Desdobramentos da Situação

Em uma nota oficial, a equipe do pré-candidato Flávio Bolsonaro informou que terá mais cautela em relação às músicas e mensagens que serão utilizadas nos próximos eventos. A equipe também mencionou que, se a assessoria do senador tivesse conhecimento prévio sobre a polêmica letra do jingle, provavelmente não teria concordado com seu uso. Essa situação levanta um ponto interessante sobre como a comunicação e a imagem de candidatos são geridas em tempos de pré-campanha, onde cada palavra e ação são minuciosamente analisadas pelo público e pela mídia.

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