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Coronel apagou mensagens no celular de Gisele enquanto ela agonizava

Mistério e Tragédia: O Caso do Tenente-Coronel e a PM Gisele

Recentemente, um caso chocante ganhou destaque na mídia brasileira, envolvendo um tenente-coronel da Polícia Militar e sua esposa, que também era policial. O tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto, de 53 anos, foi preso sob a suspeita de ter assassinado sua esposa, Gisele Alves Santana, uma soldado da PM, de apenas 32 anos. O que torna essa história ainda mais perturbadora são os detalhes que começaram a emergir, revelando uma possível manipulação de provas e um possível feminicídio.

A Linha do Tempo dos Eventos

De acordo com registros analisados pela Polícia Técnico-Científica de São Paulo, o celular de Gisele foi acessado pela última vez às 8h do dia 18 de fevereiro, data em que a tragédia ocorreu. Às 7h28, vizinhos ouviram um disparo de arma de fogo. Uma testemunha mencionou que acordou com os latidos de cães, que estavam visivelmente agitados com o barulho do tiro. Os telefonemas feitos pelo tenente-coronel para o serviço de emergência e para o Corpo de Bombeiros foram registrados entre as 7h54 e 8h05, mas, antes disso, ele teria apagado mensagens do celular da esposa enquanto ela ainda agonizava.

As Chamadas de Emergência

O tenente-coronel tentou, sem sucesso, acionar a Polícia Militar algumas vezes antes de finalmente ligar para o Corpo de Bombeiros. Curiosamente, ele alegou que Gisele havia cometido suicídio. O documento oficial informa que, por volta das 7h57, uma ocorrência foi irradiada informando sobre o ferimento da soldado. A situação é alarmante, pois sugere que ele estava tentando garantir uma narrativa que o isentasse de responsabilidade.

Mensagens Apagadas e Evidências de Manipulação

Um detalhe crucial que veio à tona foi o “visto por último” no WhatsApp de Gisele, notado por uma amiga íntima. Esse aviso indicava que Gisele havia enviado mensagens de áudio para essa amiga, nas quais expressava uma sensação de que não viveria por muito mais tempo. Isso levanta questões sobre o que realmente estava acontecendo no relacionamento do casal.

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A Recuperação das Mensagens

Após a morte de Gisele, a perícia conseguiu recuperar mensagens que o tenente-coronel havia apagado um dia antes do incidente. Essas mensagens contradizem a narrativa de que Gisele não aceitava o divórcio, já que ela havia expressado sua concordância em se separar. Uma das mensagens dizia: “Tem todo o direito de pedir o divórcio… Pode entrar com o pedido essa semana.” Isso demonstra que a soldado estava decidida, o que contraria a versão que Geraldo tentou estabelecer.

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