Marina Silva é hospitalizada às pressas e diagnóstico é revelado
A quarta-feira começou tranquila para muita gente em Brasília, mas não para a ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva. Por volta do início da tarde, ela acabou sendo levada ao hospital depois de sentir uma dor forte e inesperada na lombar, daquelas que travam a pessoa na hora. O episódio aconteceu na própria casa, enquanto ela movia alguns vasos de plantas no jardim — hábito que, segundo pessoas próximas, ela costuma manter mesmo com a agenda apertada e as responsabilidades gigantescas que carrega.
A informação foi confirmada pelo Ministério do Meio Ambiente, que divulgou uma nota rápida para evitar especulações. De acordo com o comunicado, Marina está oficialmente de férias nesta semana. A pausa veio logo após sua participação intensa na COP 30, realizada em Belém — evento que dominou as manchetes nos últimos dias, especialmente pelas negociações climáticas que continuaram madrugada adentro. Mesmo assim, como muita gente faz nas férias, ela resolveu organizar um pouco o jardim, e aí o problema aconteceu.
Levado ao Hospital Brasília, no Lago Sul, o caso foi avaliado inicialmente pelos clínicos gerais Leonardo Coelho e Eder Malta. O ortopedista Isaías Azevedo também participou do atendimento. Eles solicitaram uma tomografia computadorizada para investigar a dor repentina, e o exame acabou revelando uma leve fratura na vértebra L4 — nada gravíssimo, segundo os médicos, mas suficiente para exigir cuidado e repouso. O tipo de lesão, em alguns casos, aparece justamente após movimentos bruscos ou esforços pontuais, algo que muita gente vive no dia a dia.
Marina recebeu medicação para controlar a dor e, conforme a própria pasta informou, estava lúcida, bem-disposta e tranquila. A expectativa dos profissionais é de que ela tenha alta ainda na noite desta quarta-feira, já que o quadro é estável e não exige internação prolongada. Apesar disso, o susto serviu como alerta. A recomendação oficial é que ela evite compromissos presenciais nas próximas semanas, especialmente aqueles que envolvem deslocamentos e posturas desconfortáveis. Nada, porém, que impeça a ministra de continuar trabalhando de maneira remota — algo já totalmente normalizado no governo desde a pandemia e facilitado pelas tecnologias atuais.
Do you have a pet at home?
O ministério reforçou, inclusive, que ela continuará acompanhando pautas importantes nesse período. Projetos ambientais, relatórios sobre áreas críticas na Amazônia e reuniões de articulação política seguem no radar, mesmo à distância. Não seria a primeira vez que Marina trabalha de casa; aliados lembram que, durante momentos de maior turbulência governamental, ela já conduziu agendas inteiras por videoconferência sem perder o ritmo.