Luciano Huck expõe possível candidatura à presidência e manda recado polêmico
Nos últimos dias, o nome de Luciano Huck voltou a circular com força nas rodas políticas e nos portais de notícias. O apresentador, que já tinha sido apontado como possível candidato em eleições anteriores, reacendeu o debate ao comentar novamente sobre a possibilidade de disputar a Presidência da República. A conversa aconteceu durante uma entrevista à Revista Cidade Jardim, onde Huck fez algumas reflexões que deixaram muita gente coçando a cabeça e pensando: “Será que agora vai?”.
Durante a entrevista, ele explicou que nunca tratou o cargo mais alto do país como um sonho pessoal, daqueles que a pessoa carrega desde a infância, mas sim como algo que poderia surgir de uma construção coletiva. Segundo suas palavras, governar não seria sobre vaidade, e sim sobre responder a um desejo de mudança que ele vê espalhado pelo país inteiro. “A Presidência da República não é sonho, é uma construção. O desejo de mudança não é só meu, é de todo um país”, disse Huck, numa frase que acabou viralizando rapidamente.
Huck também voltou no tempo para lembrar quando começou a pensar na possibilidade de entrar para a política. Ele contou que rodou o Brasil por três décadas — algo que realmente faz parte da carreira dele — e que, diante de tantas histórias que ouviu pelo caminho, focar só na própria família seria, nas palavras dele, um ato de egoísmo. “Rodar o país por três décadas e pensar só no bem-estar da minha família seria egoísmo”, afirmou. Em seguida, completou dizendo que não tem desejo de protagonismo, mas que gostaria de ver sua geração contribuindo para um Brasil mais igual, com oportunidades reais para todos.
E, claro, falar de Luciano Huck inevitavelmente leva a falar de Angélica. A apresentadora, esposa dele há mais de 20 anos, também deu sua visão sobre o que seria ser primeira-dama caso o marido realmente se lançasse — e, principalmente, caso fosse eleito. Em tom sereno, ela explicou que vê a função como uma ponte entre governo e sociedade, uma espécie de espaço de humanidade em meio ao ambiente duro da política. “Acho que a primeira-dama poderia trazer uma política mais afetuosa”, disse, citando temas como educação, família, saúde mental e igualdade, que para ela deveriam estar no centro desse papel.
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