Irmã ferida relata momentos de pânico durante ataque que tirou a vida de ex-deputado do PT
Militância até o fim
Mesmo após se afastar da política partidária, Paulo continuava ativo nas causas sociais e nas campanhas do PT. Em 2018, viajou com Lula em caravanas pelo Brasil, enfrentando protestos e até agressões. Em uma dessas viagens, em Florianópolis, foi atingido na orelha por uma pedra jogada contra o ônibus da comitiva.
Nos últimos anos, ajudou na coordenação de campanhas municipais e estaduais e atuava como uma ponte entre Lula e Fernando Haddad em São Paulo.
Ele viveu um relacionamento anterior com a também ex-deputada Beatriz Pardi, mas o filho agressor é do atual casamento com Yolanda.
Atualmente, o casal residia parte do tempo em Paraty, litoral do Rio de Janeiro, onde Paulo buscava uma vida mais tranquila depois de décadas de militância.
O Partido dos Trabalhadores divulgou nota lamentando profundamente a morte do ex-deputado, destacando sua trajetória de luta e dedicação à democracia.
Entre militantes, o sentimento é de choque e incredulidade diante de uma tragédia que mistura dor, doença e uma história política marcada por ideais.
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