Morre aos 87 anos, Claudia Cardinale, ícone do cinema
Foram mais de 150 produções ao longo da vida, entre Europa e Estados Unidos. Mesmo depois dos anos 2010, ela ainda aparecia em papéis, mesmo que menores, mostrando que o amor pelo cinema nunca a abandonou. Não era só uma estrela que brilhou intensamente e depois se apagou; era alguém que fez do ofício sua vida inteira.
Agora, ao pensar na sua despedida, é impossível não lembrar de uma cena ou outra que ficou gravada na memória coletiva. Talvez um enquadramento em O Leopardo, talvez o olhar forte em Era Uma Vez no Oeste. O cinema é isso: memória que não morre.
Claudia Cardinale deixa saudade, mas também deixa uma obra que, num momento em que muita gente discute a falta de profundidade das produções atuais, serve como lembrete de que a arte pode atravessar décadas e continuar viva. Quem ligar a TV ou abrir um streaming hoje à noite e der de cara com um dos seus filmes, vai entender por que ela foi – e sempre será – inesquecível.
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