Anitta revela se Trump influenciou sua saída dos EUA
Anitta, nesse sentido, parece apenas dar voz a uma inquietação comum. A diferença é que, no caso dela, tudo ganha proporções maiores, já que sua vida é acompanhada por milhões de pessoas e cada decisão vira manchete. Mesmo assim, sua fala soa bastante humana, quase despretensiosa, longe daquele tom ensaiado que às vezes vemos em coletivas de artistas.
No fim das contas, o retorno ao Brasil é, nas palavras da própria cantora, uma espécie de pausa estratégica. Um ano sabático, ou algo próximo disso, onde a prioridade não é mais emplacar hits ou quebrar recordes, mas simplesmente viver. “Pelo menos neste ano, eu quero só aproveitar minha vida. É algo que eu nunca tinha feito antes”, disse, deixando no ar que o futuro pode trazer novos rumos, mas que, por enquanto, o foco está em desacelerar.
Esse lado mais humano de Anitta talvez seja o que mais surpreenda. Acostumada a ser vista como um furacão de energia, dona de uma carreira que rompe barreiras e desafia padrões, agora ela mostra que também sente o peso da cobrança e que não tem problema algum em desacelerar. Em tempos em que se fala tanto em saúde mental, talvez o maior recado esteja justamente aí: até quem parece ter tudo precisa, de vez em quando, de um tempo para si.
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